segunda-feira, 1 de junho de 2026

O Leão perfeito não mente, não bebe, não briga, não discute, não erra e... não existe!

 



O Leão perfeito não mente, não bebe, não briga, não discute, não erra

e... não existe!

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI  (*)

 

            Esta minha despretensiosa mensagem resume, de forma bem-humorada, uma verdade universal: a perfeição humana é uma ilusão

 

            Viver tentando alcançar o “status de perfeito” é uma armadilha emocional.  Quando exigimos que um parceiro, um amigo ou nós mesmos operemos sem cometer deslizes, criamos relações superficiais e baseadas na repressão de sentimentos.

 

            Os conflitos, os erros e os momentos de fragilidade não são defeitos de sistema; eles são o próprio sistema.  É através da resolução de uma discussão ou do aprendizado após um erro que os laços se fortalecem e o amadurecimento real acontece.

 

            A frase deste título tem alguns significados;

 

·        Desmistificação do ideal:  O texto descontrói a expectativa irreal de encontrar alguém sem falhas.

 

·        Aceitação da vulnerabilidade:  Errar, discutir e ter fraquezas são características intrínsecas da nossa existência.

 

·        Alívio da autoconfiança:  A mensagem serve como um lembrete para não cobrarmos de nós mesmos uma conduta impecável.

 

            O Leão é um cidadão comum que escolhe transformar a sua comunidade por meio do serviço voluntário, agindo com empatia apesar das suas próprias imperfeições.  Ser membro de um Lions Clube não exige santidade, mas sim o compromisso de fazer a diferença.

 

            A realidade do voluntariado possui algumas situações específicas:

 

·        Cidadãos comuns:  São profissionais, pessoas comuns, pais, vizinhos e amigos com rotinas normais.

 

·        Limitações humanas:  Possuem falhas, dias ruins, cansaço e opiniões divergentes.

 

·        União pela causa:  A força de um Lions Clube surge da soma de diferentes qualidades e defeitos.

 

·        Foco de ação:  O impacto humanitário importa mais do que e perfeição individual.

 

            Tendo nosso Código de Ética como guia, Lions Internacional não exige perfeição, mas oferece um norte claro: 

 

·        Buscar o sucesso:  Desejar o topo, mas aceitar apenas o sucesso que for justo.

 

·        Praticar a empatia:  Colocar a ajuda ao próximo acima do ganho pessoal.

 

·        Construir pontes:  Praticar a amizade como um fim e não como um meio.

 

·        Lealdade cívica:  Dar o seu melhor pela comunidade e pela nação.

 

            A busca pela perfeição é uma armadilha psicológica que gera frustração e paralisação.  Como o provérbio ilustra, tentar ser o “Leão perfeito” (alguém isento de erros, falhas ou emoções) é incompatível com a natureza humana.  Abraçar nossa vulnerabilidade é o verdadeiro caminho para o crescimento pessoal  e relacionamentos autênticos.

 

            A sabedoria popular, ao descrever o “Leão perfeito” como uma criatura que não mente, não bebe, não briga e não erra, nos presenteia com uma verdade irrefutável: a perfeição é uma fantasia.  Em um mundo onde a pressão e as redes sociais frequentemente exigem imagens impecáveis de sucesso e conduta, é fundamental descontruir esse mito para garantir a nossa saúde mental e o nosso bem-estar.

 

            Quando exigimos de nós mesmos uma postura inabalável – onde a raiva nunca é expressa, o erro nunca é cometido e a exaustão nunca é sentida – entramos em um círculo de autossabotagem.  A repressão de emoções e a negação dos nossos limites naturais não nos tornam mais fortes; pelo contrário, nos tornam mais vulneráveis ao adoecimento físico e mental.  A falha não é o oposto do sucesso, mas sim uma etapa fundamental do processo de aprendizagem e da nossa jornada humana.

 

            O conceito de que o Leão “não existe” nos liberta do peso de sermos sobre-humanos.  É exatamente na aceitação de nossas imperfeições que reside a nossa humanidade.  Quando nos permitimos errar, sentir e discordar, abrimos espaço para o autoconhecimento e para a empatia.  Relacionamentos verdadeiros, sejam pessoais ou profissionais, são construídos sobre a base da vulnerabilidade e da transparência, e não de uma fachada inalcançável.

 

            Abraçar a própria humanidade significa reconhecer que a excelência é um objetivo saudável e alcançável, enquanto a perfeição é uma utopia tóxica.  Em vez de gastarmos energia escondendo nossas falhas ou tentando nos adequar a um padrão irreal, devemos canalizar nossos esforços para a melhoria contínua.  Errar, aprender, perdoar e recomeçar são     os verdadeiros pilares de uma vida equilibrada e significativa.

 

            Por fim, aceitar que o “Leão perfeito não existe” é o primeiro passo para assumir o controle da própria história, trocando a cobrança incessante pela autocompaixão e pelo desenvolvimento real.

 

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

(*)           Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1988 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro do Conselho de Ex-Governadores do Distrito LC-6

                Associado da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com

 

 


terça-feira, 26 de maio de 2026

“O HOMEM CONSTRUIU A BOMBA ATÔMICA, MAS NENHUM RATO DO MUNDO CONSTRUIRIA UMA RATOEIRA”

 


“O HOMEM CONSTRUIU A BOMBA ATÔMICA, MAS NENHUM RATO DO MUNDO CONSTRUIRIA UMA RATOEIRA”

 

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI  (*)

 

 

            Albert Einstein (1879-1955) foi um físico alemão amplamente reconhecido como um dos maiores cientistas de todos os tempos.  Ele revolucionou a ciência ao desenvolver a “Teoria da Relatividade”, que transformou radicalmente a nossa compreensão sobre o espaço, o tempo, a massa e a gravidade.

 

            A frase que intitula esta matéria é atribuída a ele.  Embora dita com um certo sarcasmo, ela reflete sobre a autodestruição humana e a ausência de malícia na natureza, contrastando a inteligência técnica do homem com sua falta de sabedoria moral.

 

            Mas que raios a frase tem haver com o leonismo!  Vou tentar justificar!

 

            Dentro da filosofia de Lions Internacional, que é a maior organização de clubes de serviço do mundo, essa citação serve como um “contraexemplo” e um chamado à ação, conectando-se exatamente com essa filosofia de humanitarismo, paz e responsabilidade social da nossa Associação.

 

            A crítica de Einstein assegura que a bomba atômica simboliza o ápice da hostilidade, do egoísmo nacionalista e da destruição em massa.  Na visão do Lions um dos objetivos fundamentais da nossa entidade é “criar e fomentar um espírito de compreensão entre os povos do mundo”.  Enquanto a humanidade cria “ratoeiras” para si mesma através de guerras, os Leões trabalham para desarmar esses conflitos invisíveis através da diplomacia civil, do intercâmbio cultural e do socorro mútuo global.

 

            A crítica de Einstein apregoa que o intelecto humano foi desviado para criar uma armadilha mortal contra a sua própria espécie.  Na visão do Lions, seu Código de Ética preconiza “ajudar o próximo desinteressadamente” e “construir e não destruir”.  A filosofia leonística direciona a capacidade inventiva e a liderança humana para o desenvolvimento comunitário (construindo hospitais e escolas, por exemplo), agindo como o oposto exato da terrível bomba citada.

 

            A crítica de Einstein lembra que rato não constrói a própria armadilha porque age por instinto de sobrevivência;  já o homem, racional, cria mecanismos que ameaçam sua própria existência.  Na visão do Lions, nosso lema é “Nós Servimos”.  Diante da capacidade humana de gerar sofrimentos (seja por guerras, negligência ou desigualdade), o Lions responde com voluntariado organizado.  Nossa entidade canaliza a inteligência e os recursos humanos para mitigar as “ratoeiras” da vida real, como, por exemplo, a fome, a cegueira evitável, o diabetes e o câncer infantil.

 

            A critica de Einstein diz que a ciência sem consciência moral é perigosa.  Na visão do Lions, nossa organização busca desenvolver líderes comunitários que possuam não apenas competência técnica, mas, acima de tudo, sensibilidade social.  A filosofia da Associação dita que o verdadeiro progresso de uma comunidade não é medido por sua tecnologia ou poder de coerção, mas pelo grau de amparo conferido aos seus membros mais vulneráveis.

 

            Resumindo, para Lions Internacional a frase de Einstein é um lembrete severo do que acontece quando a liderança e o intelecto se despem de empatia.  Os Lions Clubes existem justamente para garantir que a engenhosidade humana seja usada para salvar vidas, e nunca para criar armadilhas para a própria humanidade.

 

            Um fraterno abraço leonistico a todas e a todos.

 

 

(*)           Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1988 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro do Conselho de Ex-Governadores do Distrito LC-6

                Associado da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com


sexta-feira, 15 de maio de 2026

COMO FORTALECER O SENSO DE PERTENCIMENTO DE UM ASSOCIADO AO SEU LIONS CLUBE


COMO FORTALECER O SENSO DE PERTENCIMENTO DE UM

ASSOCIADO AO SEU LIONS CLUBE

 

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI  (*)

 

 

            Para fortalecer o senso se pertencimento em um Lions Clube, é essencial transformar o associado de “um mero espectador de reuniões” em “um protagonista da nossa causa”.  O pertencimento nasce quando o associado sente que sua presença faz diferença e que ele é parte fundamental de uma rede de apoio mútua.

 

            O senso de pertencimento é o que transforma um grupo de voluntários em uma unidade coesa e resiliente.  Quando os Leões se sentem acolhidos, eles se tornam mais motivados, colaborativos e dispostos a desafiar o “status quo” pelo bem da comunidade.

 

            Para que esse vínculo seja fortalecido em um Lions Clube, há necessidade de os dirigentes considerarem algumas estratégicas básicas:

 

1.     Integração e acolhimento personalizado

2.     Protagonismo e participação ativa

3.     Cultura de reconhecimento e valorização.

4.     Desenvolvimento de liderança

5.     Melhoria do ambiente e convivência

 

            O acolhimento inicial define a trajetória do novo associado no clube.  O vínculo começa no primeiro contato.  Um processo de integração falho é uma das maiores causas de desânimo.  Por isso, devem os dirigentes:

 

·        Promover um rito de posse significativo.  Realizar uma cerimônia que ressalte a importância do novo associado, fazendo-o sentir que sua etrada é um evento relevante para toda a comunidade.

 

·        Utilizar o “Programa de Leão Orientador”, para que veteranos guiem novos membros nos primeiros passos, garantindo que eles compreendam a cultura e as tradições do clube.

 

·        Realizar sessões de orientação claras, apresentando a estrutura do distrito e as oportunidades de serviço, para que o associado veja onde ele se encaixa no panorama global.      

 

·        Entregar ao novo associado materiais que gerem orgulho, como o “pin”, o certificado de afiliação atualizado, a pasta de iniciação e um manual prático sobre as atividades do clube.

 

            Ninguém se sente parte de algo onde não tem utilidade.  O associado precisa, logo de cara, ser instado a colocar a “mão na massa”.  Os dirigentes precisam:

 

·        Logo na entrada, descobrir quais são as habilidades profissionais ou “hobbies” do novo associado (exemplos: marketing, contabilidade, culinária) dando a ele uma tarefa específica onde esse seu talento possa brilhar.

 

·        Em vez de esperar meses, convidar o novo associado a participar de uma ação social logo na primeira semana.  O impacto do serviço humanitário é o maior combustível para o pertencimento.

 

·        Evitar que os mesmos cargos sejam ocupados pelas mesmas pessoas por anos seguidos.  O rodizio em comitês permite que novos associados desenvolvam liderança e sintam-se como se donos dos projetos.

 

            O ser humano busca validação.  No Lions, o reconhecimento público fortalece os laços emocionais.  Por isso:

 

·        Reserve cinco minutos de cada assembleia para agradecer publicamente o esforço de algum associado em um projeto específico.

 

·        Não esqueça aniversários e conquistas profissionais.  Mostrar que o clube se importa com o individuo além do associado cria conexões profundas.

 

·        Utilize o “Guia de Satisfação do Associado do Lions” para ouvir as opiniões e ajustar o que não está funcionando.

 

            Oferecer caminhos para o crescimento pessoal mantém os associados engajados.  Nesse sentido, devem os dirigentes dos clubes:

 

·        Incentivar a participação em “Institutos de Desenvolvimento de Liderança”.  Ao investir no desenvolvimento do associado, o clube demonstra que se interessa com o futuro do mesmo.

 

·        Delegar funções específicas ou coordenação de comitês para que cada associado sinta que sua contribuição é vital para o sucesso coletivo.

 

            Reuniões cansativas e burocráticas geralmente afastam as pessoas.  E o Lions Clube deve ser um lugar de prazer.

 

·        Promova jantares ou passeios onde o objetivo seja apenas a amizade, sem qualquer pauta de trabalho.

 

·        No início das reuniões, utilize perguntas simples para que os membros conheçam curiosidades uns dos outros, combatendo a formação de “panelinhas”.

 

·        Produza reuniões dinâmicas.  Traga palestrantes externos ou faça “dropes” de conhecimento leonístico para manter o interesse intelectual dos associados.

 

            Para aprofundar o tema, os dirigentes podem consultar recursos oficiais de Lions Internacional como a “Abordagem Global do Quadro Associativo” ou o “Kit de Ferramentas da Equipe Global de Liderança.

 

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.

 


(*)           Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1988 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro do Conselho de Ex-Governadores do Distrito LC-6

                Associado da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com


 

quarta-feira, 22 de abril de 2026

SERVIR É O PROPÓSITO BÁSICO DO LEONISMO!

SERVIR É O PROPÓSITO

BÁSICO DO LEONISMO!

 

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI  (*)

 

 


            Nosso lema mundial “NÓS SERVIMOS” vai muito além de uma simples frase.  Ele é a engrenagem que move Lions Internacional dentro do seu propósito básico de SERVIR!

 

            Existem alguns pilares que sustentam esse propósito básico:

 

1.     Desprendimento e ação comunitária.

2.     Formação de lideranças éticas.

3.     Cidadania e paz mundial.

4.     Companheirismo como meio.

 

            A literatura leonistica esclarece os conceitos que estabelecem os pilares acima.  Procurei compila-los e incluí-los nesta mensagem, que ofereço aos eventuais interessados.

 

 

            DESPRENDIMENTO E AÇÃO COMUNITÁRIA.

 

            O leonismo acredita que o verdadeiro serviço não é apenas financeiro, mas sim a doação de tempo, talento e esforço.  É fato que os Lions Clubes identificam as necessidades locais – desde a fome até o apoio a jovens e ao meio ambiente – e agem diretamente para resolver esses problemas, sem fins lucrativos ou memo interesses políticos e religiosos.

 

            No leonismo, desprendimento e ação comunitária são pilares fundamentais do voluntariado, baseados em nosso lema.  Eles representam a dedicação do tempo, e recursos pessoais em prol do bem-estar coletivo, sem busca de recompensas financeiras ou reconhecimento pessoal.

 

            O desprendimento em nosso movimento representa o serviço desinteressado, o voluntariado ativo e a abertura de espirito.

 

            O serviço desinteressado é demonstrado pela capacidade de colocar as necessidades dos outros acima das suas próprias, agindo com amor e dedicação.

 

            O voluntariado ativo envolve a doação de tempo e de talentos, compartilhando a responsabilidade de ajudar os menos afortunados.

 

            Já a abertura de espírito significa a doação total para melhorar a comunidade, vivenciando o leonismo dia-a-dia.

 

            A ação comunitária envolve a atuação local e global, a responsabilidade social, o trabalho em equipe e o foco no “fazer o bem”.

 

            Na atuação local e global as ações práticas buscam atender necessidades específicas da comunidade, como campanhas de saúde (diabetes, visão), combate à fome, apoio a jovens e preservação ambiental.

 

            A responsabilidade social envolve diretamente os Leões, que se dedicam ativamente ao bem estar cívico, cultural, social e moral da comunidade.

 

            O trabalho em equipe representa o esforço colaborativo, onde os associados de boa vontade se unem para realizar projetos que seriam inatingíveis individualmente.

 

            Já o foco no “fazer o bem” representa a prática constante, focada em solucionar problemas comunitários, superando a mera filantropia para alcançar uma mudança real.

 

 

            FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS ÉTICAS.

 

            É compreendida como o processo de captar indivíduos para guiar comunidades e clubes baseando-se no serviço desinteressado e na integridade pessoal.  Diferente de uma liderança voltada para o poder ou auto engrandecimento, o modelo leonístico foca em influenciar positivamente através do exemplo e do cumprimento rigoroso do Código de Ética do Leão.

 

            Os pilares dessa formação incluem:  liderança como serviço, integridade e responsabilidade, respeito e civilidade, justiça no sucesso e desenvolvimento contínuo.

 

            Na liderança como serviço o desejo de liderar deve ser fundamentado na vontade de servir.  Quando o motivo é o serviço, a liderança adquire dignidade e o poder surge naturalmente como consequência da confiança depositada pelo grupo.

 

            Naquilo que se refere a integridade e responsabilidade, espera-se que o líder mantenha os mais elevados padrões de conduta pessoal e profissional, sendo leal aos seus deveres e sincero consigo mesmo e com os outros.

 

            Na justiça no sucesso o líder ético busca o sucesso em seus empreendimentos sem destruir os dos outros e decide contra si mesmo em casos de dúvida sobre a ética dos seus atos

 

            Para o desenvolvimento contínuo, através de instâncias como Equipe Global de Liderança e institutos como o ELLI-Instituto de Liderança para Leões Emergentes, nossa Associação oferece ferramentas para que o associado aprimore suas competências de gestão e comunicação, sempre sob o prisma dos objetivos e ética.

 

            Formar um líder ético no Lions significa preparar alguém que usa sua influência para reunir pessoas em prol do bem comum, agindo sempre com transparência, humildade e compromisso cívico.

 

 

            CIDADANIA E PAZ MUNDIAL.

 

            A cidadania e a paz mundial, no leonismo, são pilares fundamentais da filosofia de serviço da nossa organização, expressos em seus Propósitos e Código de Ética.

 

            Para os Leões, exercer a cidadania vai além de cumprir obrigações legais.  É um compromisso ativo com o bem-estar coletivo.

 

            Fazem parte da cidadania: bom governo e civismo, dever ético e participação ativa.

 

            Um dos objetivos centrais é incentivar os princípios de bom governo e da boa cidadania, interessando-se pelo bem-estar cívico, cultural e moral da comunidade.

 

            Quanto ao dever ético, nosso Código estabelece que o associado deve ser constantemente leal à sua localidade, estado e país em pensamento, palavras e obras, dedicando-lhes desinteressadamente seu tempo e recursos.

 

            Com relação à participação ativa, ser cidadão no contexto leonístico significa assumir o papel de líder na resolução dos problemas locais, unindo esforços para concretizar feitos inalcançáveis individualmente.

 

            A paz no leonismo não é vista apenas como ausência de conflitos, mas como o resultado direto da compreensão e do serviço humanitário.

 

            O Lions busca “criar e fomentar um espírito de compreensão entre os povos da Terra”.  Esta compreensão mútua é considerada o alicerce para uma paz duradoura.

 

 

            COMPANHEIRISMO COMO UM MEIO.

 

            Em nosso meio, companheirismo não é vista como um objetivo final da associação, mas sim como um meio fundamental para que o serviço humanitário aconteça de forma eficiente.

 

            A ideia central é que, ao criar laços de amizade e compreensão mútua entre os associados, cria-se um ambiente de harmonia que facilita o trabalho em equipe.  Isso configura união de forças, ambiente de trabalho e base do serviço.

 

            O convívio social fortalece a coesão do grupo, permitindo que desafios complexos sejam enfrentados com maior entusiasmo.  Isso é a união de forças.

 

            Com relação ao ambiente de trabalho, um clube onde existe companheirismo retém melhor seus voluntários e torna as reuniões mais produtivas.

 

            A base do serviço é a “ferramenta” que lubrifica as engrenagens da nossa organização.  Sem a boa vontade entre os associados, o serviço à comunidade se torna pesado ou burocrático.

 

            O companheirismo é o combustível que impulsiona o motor do serviço.

 

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.

 

 

 

 

 

 

           

 

 

 


 

 

 Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1988 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro do Conselho de Ex-Governadores do Distrito LC-6

                Associado da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com