segunda-feira, 17 de agosto de 2026

NA AÇÃO HUMANITÁRIA, OS VERBOS “SERVIR” E “QUERER” SÃO OS EIXOS COORDENADOS QUE DEFINEM O SUCESSO DO LEONISMO

 

NA AÇÃO HUMANITÁRIA, OS VERBOS “SERVIR” E “QUERER” SÃO OS EIXOS COORDENADOS QUE DEFINEM O SUCESSO DO LEONISMO

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI 

 

            Existem, no movimento leonístico, dois verbos que fazem parte da dinâmica humanitária da nossa Associação: “servir” e “querer”.  Eles, porém, têm uma conotação diferenciada em sua aplicabilidade nas nossas ações.

 

            A diferenciação entre os verbos “servir” e “querer” reside essencialmente em seus significados (semântica) e nas suas estruturas gramaticais (regência e conjugação).  Enquanto “servir” foca em uma utilidade, assistência ou desempenho de uma função, “querer” expressa desejo, intenção ou afeto.

 

            Portanto, “servir” e “querer” são os pilares que representam AÇÃO e VONTADE dentro do nosso movimento.

 

            A trajetória do Lions Internacional é sustentada por uma dinâmica filosófica e prática que une a intenção à ação.  No cerne de todas as atividades desenvolvidas pelos Lions Clubes, destacam-se esses dois verbos fundamentais que operam de forma sinérgica: “querer” e “servir”.  Enquanto “querer” representa a força motriz voluntária, a determinação e a escolha consciente de transformar a realidade, o “servir” é a materialização concreta dessa vontade em benefício das comunidades locais e globais.  Juntos, esses verbos traduzem o lema oficial da nossa Associação, “Nós Servimos”, ilustrando como o desejo individual se converte em impacto coletivo organizado.

 

            No contexto leonístico, o verbo “querer” transcende o desejo superficial e assume o papel de compromisso ético e voluntariado puro.  Ninguém é obrigado a se tornar um Leão; a filiação a um Lions Clube nasce de um ato de livre vontade.  Esse “querer” se manifesta em três níveis essenciais:

 

1.     Vontade de transformação:  O inconformismo diante das mazelas sociais (como a fome, a cegueira evitável e a degradação ambiental) impulsiona os associados a desejarem a mudança;

 

2.     Disponibilidade de recursos:  O voluntário escolhe conscientemente doar o seu tempo, talento e recursos financeiros próprios para a nossa causa, sem expectativa de recompensas materiais.

 

3.     Alinhamento global:  O “querer” individual conecta-se a uma vontade coletiva global, onde mais de 1,4 milhões de associados compartilham dos mesmos ideais de paz e entendimento mundial.

 

            Portanto, o “querer” é a energia potencial do leonismo; sem ele, nossa estrutura organizacional seria inanimada.

 

            Se o “querer” é a intenção, o “servir” é a ação.  Nosso lema não é uma mera frase de efeito, mas o norte operacional de Lions Internacional.  O verbo “servir” ganha vida nas chamadas Causas Globais da nossa instituição, que organizam a atuação dos clubes em frentes críticas.

 

            Servir, para os Lions Clubes, significa aplicar o trabalho humanitário diretamente onde a necessidade é mais urgente, seja por meio de pequenas ações comunitárias ou de grandes projetos financiados pela Fundação de Lions Clubs International (LCIF) em casos de catástrofes naturais.

 

            A eficácia do Lions Internacional reside no equilíbrio perfeito entre o desejar (querer) e o executar (servir).  O “servir” sem o “querer” resultaria em uma atividade mecânica, desprovida de empatia, liderança genuína e sustentabilidade a longo prazo.  Por outro lado, o “querer” sem o “servir” não passaria de utopia ou retórica vazia.

 

            Nos Lions Clubes, essa fusão cria o conceito de “liderança servidora”.  Nossos dirigentes (desde o Presidente de um clube local até o Presidente Internacional) querem assumir responsabilidades administrativas para que a engrenagem do servir continue operando com transparência e eficiência.  A motivação interna (querer) qualifica e humaniza a entrega externa (servir).

 

            Em suma, “servir” e “querer” são os eixos coordenados que definem a identidade e o sucesso histórico do Lions Internacional.  O “querer” mobiliza o coração e a mente do associado, enquanto o “servir” estende as mãos para aliviar o sofrimento humano e desenvolver as comunidades.  Ao longo de mais de um século de história, nossa Associação provou que quando os indivíduos legitimamente QUEREM fazer a diferença, o ato de servir torna-se uma força imparável capaz de transformar o mundo.


52º CONCURSO NACIONAL DE PUBLICAÇÕES LEONISTICAS - BRASIL - 2026

 


Mensagem proferida no Encontro de Editores e Premiação do 52o. CNPL

Inicio com um trecho da poesia de Gabriela Mistral: “Toda a natureza é um serviço. Serve a nuvem, serve o vento, serve a chuva. Onde haja uma árvore para plantar, plante-a você. Onde haja um erro para corrigir, corrija-o você.”

No Ano Leonístico 1974–1975, o Lions Clube de Lorena, sob a liderança do CL Rubem Botelho Guimarães, instituiu o I Concurso Nacional de Boletins, que evoluiu até receber a denominação atual de Concurso Nacional de Publicações Leonísticas. No primeiro certame, 32 boletins participaram, sendo vencedor o “Urro do Riacho”, do LC São Bernardo do Campo – Riacho Grande. Os boletins eram avaliados pelos inscritos e a partir do segundo concurso passou a ser coordenado pelo vencedor do anterior.

Ao longo de 52 anos, o concurso construiu uma trajetória marcante chegando atingir 345 inscrições Houve a criação do Encontro Nacional de Editores; momentos memoráveis, como o II Encontro em Poços de Caldas, MG, com capas de boletins afixadas em painéis no Centro de Convenções, atraindo a atenção dos convencionais, mudança no nome "Encontro Nacional de Publicações Leonísticas" a divisão por periodicidade,a inclusão das edições digitais.

O Concurso despertava interesse ao ponto dos Encontros nas Convenções Nacionais/CNG, a pedido dos editores, serem conduzidos por Governadores em mandato e que tivessem empatia com a comunicação leonística.

Com o avanço da tecnologia, o redistritamento, o abandono das máquinas de datilografia, a diminuição do entusiasmo entre os Dirigentes, Leões, máquinas de datilografia foram aposentadas e a corrida ao computador não foi intensa.

Apesar disso, um grupo resiliente de homens e mulheres manteve firme a chama da comunicação. Graças a esse espírito ultrapassamos cinco décadas ultrapassando intempéries e transformações. Continuamos registrando a voz dos clubes, dos distritos, dos múltiplos, de LCI, LCIF e da sociedade.

Diante da inquietação causada pelo número reduzido de inscritos nos últimos anos, fazemos um apelo para que todos aceitem o desafio e se aproximem daqueles editores que encerraram atividades e juntem-se aos novos com vocação para relações públicas, marketing e comunicação. É hora de promover a revitalização do símbolo maior da comunicação leonística. O Lions necessita de divulgação e de memória.

Retorno com Gabriela Mistral: “Onde haja um trabalho e todos se esquivam, aceite-o você. Seja o que remove a pedra do caminho".

PDG Aristóteles Falcão - Editor do Boletim Centro Avante 1o. lugar 52o. CNPL





51a. SEMANA DE PORTINARI - PINTURA MURAL 15 DE AGOSTO DE 2.026

 





















domingo, 16 de agosto de 2026

LC DE RIB. PRETO CENTRO OBTEVE SUBSIDIO EMERGENCIAL DE LCIF - $ 15.000

     


    Ribeirão Preto e região,  sofreram no dia 24/07/26 uma forte catástrofe climatica.            Chuvas e  ventos de até 120 km/h devastaram a região dessa metrópole causando centenas de  quedas de árvores de grande porte, que destruiu grande parte da rede elétrica,  destelhamento de inúmeras residencias,  centros comerciais e perda total da lavoura em diversas cidades vizinhas. 

    Ruas e avenidas ficaram bloqueadas e vários bairros ficaram sem energia elétrica e sem Internet. Realmente um acontecimento devastador para inúmeras famílias. 

    O Lions Clube Ribeirão Preto Centro elaborou em tempo recorde, um projeto visando a obtenção de Subsídio Emergencial de LCIF (Lions Clube Internacional Fundacion), que pode ser destinado às vítimas de catástrofes naturais. Tal projeto, no valor de 15 mil dólares, foi aprovado em 24horas. 

    Devido a grande devastação ocorrida na região, Ribeirão Preto socorreu também com telhas, madeiramento e cestas básicas, as cidades de Guariba e Dumont, através dos Lions Clubes dessas cidades. 

    Foram contempladas com cestas básicas, cobertores, telhas e madeiramento para telhado, 40 famílias do assentamento Mário Lago, 30 famílias da comunidade Recreio Anhanguera e vários casos isolados.  Toda essa ajuda emergencial só foi possível devido a contribuição de associados de Lions junto a LCIF....


    "Onde há necessidade, o LIONS está presente"...

                                    NÓS SERVIMOS!


MJF SILVIA HELENA CAMPOS SAMARA

Presidente de Região D - LC 6


























































quinta-feira, 13 de agosto de 2026

A METAMORFOSE DO LEONÍSMO ATRAVÉS DA SUA EXISTÊNCIA

 

A METAMORFOSE DO LEONÍSMO

ATRAVÉS DA SUA EXISTÊNCIA

 



PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI 

 

            A história do Lions Internacional é uma crônica de adaptação humanitária.  Desde a sua fundação, em Chicago, nos Estados Unidos, a nossa entidade migrou de um modelo focado em interesses comerciais e networking de negócios para se consolidar como a maior organização de clubes de serviço do mundo.  Vou procurar, a seguir, descrever, resumidamente, as principais fases, transformações estruturais e a evolução filosófica do leonismo ao longo de mais de um século de existência.

 

            No início do século XX os Estados Unidos vivenciavam a proliferação de “clubes de negócios”, circuitos fechados de empresários focados no benefício financeiro mútuo.

 

            Uma assembleia constituinte realizada no ano de 1917 fundou o Lions.  Contudo, a verdadeira metamorfose ideológica ocorreu na Convenção realizada em Dallas, no Texas, em outubro daquele mesmo ano.  Naquela ocasião, foram aprovados os Objetivos do Leonismo e o Código de Ética.  Este documento trouxe uma cláusula revolucionária para a época: nenhum clube teria como objetivo o enriquecimento financeiro de seus membros.  Esse corte umbilical com o corporativismo converteu o Lions em uma instituição puramente filantrópica.

 

            Na sequência, a internacionalização do movimento impôs a necessidade de uma identidade global e maleável a diferentes culturas:

 

·         1920:  A fundação do Clube de Windsor, em Ontário, no Canadá, internacionalizou nossa Associação.

 

·         1925:  Durante a Convenção de Ohio, Helen Keller desafiou os Leões a se tornarem “Cavaleiros dos cegos na cruzada contra a escuridão”.  Este evento alterou permanentemente o foco central de serviços da nossa organização, elegendo a visão como a bandeira mestre do leonismo.

 

·         1926:  A expansão da Associação chegou à América Latina, através de Cuba.  E na década de 1950 espalhou-se de forma robusta pela América do Sul, com forte penetração no Brasil (o primeiro clube brasileiro foi fundado no Rio de Janeiro, em 1952, por Armando Fajardo).

 

            Durante a Segunda Guerra Mundial, o Lions demonstrou alto valor geopolítico.  Seus membros atuaram fortemente na assistência civil e no suporte a refugiados.  O prestígio acumulado fez com que o Lions Internacional fosse convidado, em 1945, a ajudar a redigir a seção de Organizações Não Governamentais (ONGs) da Carta das Nações Unidas (ONU), mantendo até hoje o status consultivo junto àquela instituição.

 

            Conforme nossa organização crescia em número de associados, as demandas comunitárias exigiam um braço financeiro robusto que ultrapassasse as mensalidades locais.  Em 1968, foi criada a Fundação de Lions Clubs International (LCIF).

 

            A metamorfose aqui foi estrutural.  A LCIF permitiu centralizar doações multimilionárias e canalizá-las para catástrofes humanitárias, campanhas de vacinação em massa e projetos de estruturas médicas de grande porte.  A fundação transformou o Lions de uma rede de clubes de ajuda mútua local em um player de peso no cenário do desenvolvimento socioeconômico global, estabelecendo parcerias com entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Fundação Bill & Melinda Gates (com destaque para a iniciativa de erradicação do sarampo).

 

            Por sete décadas o leonismo foi uma organização exclusivamente masculina.  As mulheres atuavam nos bastidores ou em clubes auxiliares conhecidos como “Lionesses” (Domadoras, no Brasil).

 

            Em 1987, a Convenção Internacional aprovou a admissão de mulheres como associadas plenas do Lions.  Essa transição demográfica oxigenou a nossa instituição e alterou a dinâmica de liderança.  O ápice dessa evolução ocorreu na Convenção de Las Vegas, em 2018, quando Gudrum Yngvadottir, da Islândia, tomou posse como a primeira Presidente Internacional da história da Associação, seguida posteriormente por outras lideranças femininas de destaque, como Patti Hill.

 

            A transição para o século XXI exigiu que o Lions modernizasse sua plataforma de metas.  O assistencialismo pontual deu lugar a metas mensuráveis e alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU.  Nossa organização unificou forças em torno das suas principais Causas Globais:

 

·         Visão:  Continuidade do combate à cegueira evitável (Programa SightFirst);

 

·         Diabetes:  Conscientização, triagem e apoio a portadores de uma das doenças crônicas que mais crescem no mundo.

 

·         Fome:  Distribuição de alimentos e programas de segurança alimentar em comunidades vulneráveis.

 

·         Meio ambiente:  Plantio de árvores, preservação de recursos hídricos e reciclagem.

 

·         Câncer infantil:  Suporte psicossocial e financeiro a crianças em tratamento e suas famílias.

 

            Esta transição para causas específicas permitiu uma comunicação mais clara com as gerações mais jovens e deu foco estratégico às ações locais.

 

            O leonismo enfrenta atualmente o desafio de se manter relevante na era digital e atrair novas gerações.  A resposta da nossa Associação tem sido pautada em dois pilares:

 

·         Tecnologia:  A transição dos antigos livros de registro e relatórios em papel para ecossistemas digitais, como o portal MyLions.  Esse aplicativo e plataforma unificada permitem que Leões do mundo inteiro reportem suas horas de serviço, compartilhem projetos e meçam o impacto real em tempo real.

 

·         Novos modelos de Clubes:  Diante da escassez de tempo das novas gerações, o Lions flexibilizou sua estrutura rígida.  Surgiram os clubes virtuais, clubes universitários e clubes de interesse especial (centrados em uma atividade comum, como maratonistas ou ecologistas).  Os Distritos investem fortemente nos Clubes LEO, o braço juvenil da nossa organização, que prepara lideranças jovens desde a adolescência.

 

            A metamorfose do leonismo demonstra uma transição adaptativa contínua.  Nossa organização que nasceu para conectar comerciantes em Chicago converteu-se em uma força humanitária global com mais de 1,4 milhão de associados presentes em mais de 200 países e áreas geográficas.  Ao preservar o seu lema original adotado em 1954 (“Nós Servimos”) e, simultaneamente, revolucionar suas políticas de gênero, ferramentas tecnológicas e causas humanitárias, o Lions Internacional prova que a tradição e a modernidade podem coexistir no voluntariado internacional.

 

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.


quarta-feira, 12 de agosto de 2026

O QUE É ESSENCIAL PARA DIFERENCIAR O LEONISMO

 


O QUE É ESSENCIAL PARA DIFERENCIAR O LEONISMO

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI

 

            Conforme aprendemos, desde nosso engajamento a esta nobre causa, é que leonismo é um movimento global de voluntariado, materializado através da Associação Internacional de Lions Clubes, que reúne pessoas de boa vontade para trabalhar em benefício do próximo e do bem-estar da coletividade.

 

            A diferenciação conceitual do leonismo reside na sua natureza, não apenas como uma organização de serviço, mas, inclusive, como uma filosofia de vida e um estado de espírito pautado no serviço desinteressado, no companheirismo na amizade como um fim e não como meio.

 

            Essencialmente, o que nos diferencia de determinados conceitos e até mesmo de outros clubes de serviço, é nosso foco no serviço comunitário desinteressado, orientados por um Código de Ética extraordinário, que nos exorta à ausência de fins lucrativos devido a vantagem injusta ou ação duvidosa, e até mesmo de finalidades políticas e religiosas.

 

            O Leão busca o sucesso profissional com autorrespeito, recusando lucros obtidos à custa de atos questionáveis.  Nosso movimento é estritamente apartidário e não religioso, pautado exclusivamente na união em prol do bem-estar social e cultural da comunidade.

 

            Com apoio do nosso expressivo lema “Nós Servimos”, e diferentemente de outros segmentos focados em benefícios mútuos para seus membros, o leonismo prioriza o serviço comunitário como sua razão de ser.

 

            Nosso objetivo é concretizar feitos que seriam inatingíveis individualmente através da cooperação coletiva.

 

            A missão principal do leonismo é o serviço.  Nosso lema acalenta um compromisso profundo para melhoria da saúde e do bem-estar, fortalecendo comunidades e apoiando os necessitados.

 

            Os Lions Clubes, na sua integridade, promovem um fórum para livre discussão de assuntos de interesse público, com proibição total de partidarismo político ou sectarismo religioso em suas reuniões.  Este fato garante nossa união em torno do serviço.

 

            O que nos distingue e diferencia, como associados, não é idade, sexo, ocupação ou status social, mas sim a necessidade de quem precisa.  O ingrediente necessário para nos posicionar como Leões é a boa vontade.

 

            Integridade, honestidade e coerência nos incentivam a promover elevados padrões éticos no comércio, na indústria e nas profissões.

 

            Nosso trabalho nos direciona para as causas globais específicas estabelecidas pela Associação.  Isso é o que nos une em torno de objetivos humanitários claros e mensuráveis.

 

            A fé e a religiosidade igualmente são partes essenciais da nossa diferenciação, pois não olvidamos agradecer a Deus por permitir nosso congraçamento para nos conhecermos melhor e, clamando por humildade, pedimos graças para cumprir nossos deveres com altivez e tenacidade.

 

            A diferenciação conceitual do leonismo reside na sua dedicação integral à ação humanitária prática e ética, promovendo a paz e a compreensão internacional por meio do serviço desinteressado.

CONCURSO DE INSTRUÇÃO LEONISTICA DO DISTRITO LC 6 - AL 2025/2026

 Neste recem findado Ano Leonistico 2025/2026, cujo Governador foi o PMJF CARLOS ROBERTO RAMOS RODRIGUES, associado do LC DE MIRASSOL, foi realizado o CONCURSO DE INSTRUÇÃO LEONISTICA, que teve como coordenador o PMJF Antonio Douglas Zapolla, associado do Lions Clube de Brodowski, tendo um numero maior de participantes do que nos anos anteriores. 

O assessor se baseou nos seguintes principios da Instrução Leonistica nos clubes :

A IMPORTÂNCIA E O VALOR DA INSTRUÇÃO LEONÍSTICA

A Instrução Leonística é uma das ferramentas mais importantes para o fortalecimento, o crescimento e a renovação do Movimento Leonístico. Mais do que transmitir informações, ela representa uma oportunidade de aprender, refletir, compartilhar experiências e despertar em cada associado o verdadeiro sentido de “NÓS SERVIMOS”.

Um associado que conhece o Leonismo compreende melhor sua história, seus princípios, seus objetivos, sua estrutura e, principalmente, o significado de pertencer a uma organização que tem como missão servir ao próximo e transformar vidas.

CONHECER PARA VALORIZAR

Ninguém valoriza plenamente aquilo que não conhece.

A Instrução Leonística permite que os associados conheçam a trajetória de Lions Clubs International, seus fundadores, seus ideais, seus símbolos, seus programas e a importância do trabalho realizado pelos clubes em benefício das comunidades.

Quando o associado conhece a história e os valores do Leonismo, passa a sentir maior orgulho de usar o distintivo de Leão e compreender que ele não representa apenas uma organização, mas uma grande família mundial dedicada ao serviço.

INSTRUÇÃO QUE MOTIVA

A motivação é fundamental para manter um Lions Clube vivo, atuante e unido.

Uma boa Instrução Leonística não deve ser apenas uma exposição de informações. Ela deve provocar reflexão, despertar entusiasmo e incentivar a participação.

Quando o associado percebe que sua presença, suas ideias, seu trabalho e sua dedicação fazem diferença, ele passa a participar mais das reuniões, campanhas e projetos.

A instrução também ajuda a combater um dos grandes desafios dos clubes: o desinteresse e o afastamento dos associados.

Um Leão motivado dificilmente será um Leão ausente.

INSTRUÇÃO PARA OS NOVOS ASSOCIADOS

Para quem está chegando ao Lions, a Instrução Leonística é ainda mais importante.

O novo associado precisa ser acolhido, orientado e integrado. Precisa compreender:

  • por que o Lions existe;
  • o que significa ser um Leão;
  • quais são seus direitos e responsabilidades;
  • como funciona o clube;
  • qual é a importância da participação;
  • e como pode contribuir para o serviço à comunidade.

Um associado bem instruído tem maiores condições de se tornar um líder, companheiro e verdadeiro servidor.

INSTRUÇÃO E FORMAÇÃO DE LÍDERES

Não existe renovação verdadeira sem formação.

A Instrução Leonística contribui diretamente para a formação de novas lideranças, preparando associados para assumir responsabilidades no clube, na divisão, na região, no distrito e em outras estruturas do Movimento.

O futuro do Leonismo depende de associados preparados para continuar a obra daqueles que vieram antes e, ao mesmo tempo, construir novos caminhos para aqueles que virão depois.

UMA RESPONSABILIDADE DE TODOS

A Instrução Leonística não deve ser responsabilidade de uma única pessoa.

Presidentes, secretários, dirigentes, assessores e todos os associados podem contribuir compartilhando conhecimentos, experiências e histórias de serviço.

Cada reunião pode ser uma oportunidade de aprender alguma coisa nova.

Uma frase, uma experiência, uma história de um companheiro ou uma reflexão sobre o serviço pode despertar em alguém uma nova motivação para continuar servindo.

O LEONISMO PRECISA DE ASSOCIADOS PARTICIPANTES

O crescimento do Movimento Leonístico não acontece apenas pela quantidade de novos associados.

Crescer também significa fortalecer aqueles que já fazem parte do Lions.

É necessário formar associados mais conscientes, participativos, comprometidos e preparados.

Por isso, a Instrução Leonística deve ocupar lugar permanente na vida dos clubes. Ela não deve ser vista como uma obrigação ou simplesmente como mais um item da reunião, mas como um verdadeiro instrumento de crescimento pessoal, associativo e institucional.

CONCLUSÃO

A Instrução Leonística ensina, esclarece, aproxima, motiva e transforma.

Ela fortalece o sentimento de pertencimento, estimula a participação, prepara novas lideranças e mantém vivos os princípios que sustentam o Movimento Leonístico há mais de um século.

Um Lions Clube que investe na instrução está investindo no seu próprio futuro.

Porque um associado instruído conhece melhor o Lions; quem conhece, valoriza; quem valoriza, participa; quem participa, serve; e quem serve com amor ajuda o Leonismo a crescer.

INSTRUÇÃO LEONÍSTICA:
CONHECER PARA VALORIZAR.
VALORIZAR PARA PARTICIPAR.
PARTICIPAR PARA SERVIR.
SERVIR PARA TRANSFORMAR.

“NÓS SERVIMOS.”


Ao final do concurso o escolhido como a melhor instrução Leonistica foi a do PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI, AL 1997/1998, a qual foi elogiado até pelo Presidente Internacional .






https://agoranointerior.com.br/aracatuba/elogio-internacional-lions-andriani/

 clique no lin acima e leia reportagem publicada


https://www.folha2.com.br/2026/05/presidente-internacional-do-lions.html

LEIA A INSTRUÇÃO COMPLETA NESTA REPORTAGEM


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