quinta-feira, 16 de abril de 2026

O significado da liderança no leonísmo

 

O significado da

 liderança no leonísmo

 



 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI (*)

 

 

Melvin Jones, que foi a força motriz que impulsionou o movimento leonístico depois da real fundação da Associação Internacional de Lions Clubes, nos deixou a seguinte frase objetiva:  “Poucas vezes, no decorrer da vida rotineira, surgem oportunidades para exercer liderança dentro do grupo.  Tal ensejo, porém, é oferecido aos associados dos Lions Clubes.”

 

Uma frase que, atualmente, continua mais verdadeira do que nunca!

 

Quem ingressa nas fileiras do leonismo deixa de ser um mero observador e torna-se parte integrante de uma equipe de líderes que está presente em praticamente todas as partes do mundo.

 

Quando uma pessoa de boa reputação e idoneidade é convidada para ingressar em nosso movimento, com certeza seu padrinho identificou na mesma uma liderança no seu círculo social e de amizades.

 

Por isso, devemos exercer a liderança em toda sua plenitude, quer estejamos ocupando cargo na diretoria do Clube, no Distrito ou até mesmo em uma das comissões do nosso Clube.

 

Exercer a liderança em sua plenitude exige um equilíbrio entre competência estratégica, inteligência emocional e responsabilidade ética.  De conformidade com tendências de gestão atuais, que pesquisei atentamente, liderar plenamente envolve:  a) Liderança consciente e petica: Ir além do lucro, focando no impacto social e ambiental da organização.  Isso inclui promover a diversidade e garantir que as decisões da entidade estejam alinhadas com valores humanos fundamentais;  b) Inteligência emocional e empatia: Ser capaz de gerir as próprias emoções e compreender as necessidades da equipe, criando um ambiente de segurança psicológica onde a inovação pode florescer;  c) Adaptabilidade e visão de futuro: Em um cenário de mudanças tecnológicas rápidas, o líder pleno antecipa tendências e guia sua equipe através de transições complexas com resiliência;  d) Desenvolvimento de pessoas: O foco deixa de ser o controle e passa a ser o “empoderamento”, atuando como um mentor que identifica talentos e potencializa as habilidades individuais dos liderados;  e) Autenticidade e exemplos: Liderar pelo exemplo, mantendo a coerência entre o que se diz e o que se faz, o que gera confiança e engajamento genuíno da equipe.

 

E no leonismo, o que é exercer a liderança?  Existem alguns conceitos que podem ser considerados, o que também foi objeto da pesquisa que realizei:  1)  É ser criativo e audacioso nas ideias;  2) É aceitar e cumprir as tarefas que lhe são confiadas;  3) É descobrir e dar vazão às lideranças emergentes;  4) É ter interesse pela causa leonística;  5) É aceitar a decisão da maioria;  6) É colaborar com TODOS os Leões e Domadoras;  7) É integrar o time dos otimistas;  8)  É cultivar a lealdade e a amizade;  9)  É adotar o leonismo como uma filosofia de vida. 

 

Vou tentar, modestamente, definir cada um  desses conceitos!

 

 

SER CRIATIVO E AUDACIOSO NAS IDEIAS

 

Envolve a combinação de originalidade com a coragem de romper padrões estabelecidos.  CRIATIVIDADE é a capacidade de conectar informações aparentemente desconexas para gerar novas soluções ou forma de expressão; não se trata apenas de “inventar algo do zero”, mas de aplicar um olhar diferenciado sobre problemas comuns.  AUDÁCIA é o componente da ação.  Ser audacioso significa ser a prontidão para propor ideias que podem ser inicialmente incompreendidas, criticadas ou consideradas arriscadas, mantendo a convicção no potencial disruptivo da proposta.  No conjunto, essas qualidades permitem que o indivíduo não apenas imagine o futuro, mas desafie o “status quo” para torná-lo realidade.

 

 

ACEITAR E CUMPRIR AS TAREFAS QUE LHE SÃO CONFIADAS

 

Assumir um compromisso com a responsabilidade e a integridade na realização de uma função.  É um conceito que tem algumas colunas mestras:  a) Comprometimento: Ao aceitar uma tarefa você valida a confiança depositada em seu trabalho e se dispõe a dedicar o esforço necessário para realiza-la;  b) Diligência: Cumprir a tarefa não é apenas finalizá-la, mas faze-lo com atenção nos detalhes, qualidade e dentro dos prazos estabelecidos;  c) Proatividade: Significa buscar os meios necessários para superar obstáculos sem desistir diante das primeiras dificuldades;  d) Ética profissional: Honrar a palavra dada e agir com transparência sobre o progresso da atividade.  Em termos práticos, essa atitude demonstra maturidade e é essencial para o desenvolvimento de uma carreira sólida para o fortalecimento da confiança em qualquer relação interpessoal.

 

 

 

DESCOBRIR E DAR VASÃO ÀS LIDERANÇAS EMERGENTES

 

Este conceito refere-se ao processo estratégico de identificar talentos com potencial de influência e fornecer os meios necessários para que eles exerçam esse papel na prática.  Podem ser divididos em duas frentes:  a) Descobrir.  Consiste em olhar além das hierarquias formais para identificar indivíduos que já exercem liderança informal, demonstram iniciativa, inteligência emocional e capacidade de resolução de problemas, mas que ainda não possuem um cargo de gestão;  b) Dar vazão:  Significa criar canais, delegar responsabilidades reais e remover barreiras burocráticas para que esses talentos possam aplicar suas ideias.  Isso envolve oferecer autonomia, mentorias e projetos onde eles tenham poder de decisão.  Em suma, é transitar de um modelo de comando e controle para um ambiente que cultiva novos líderes organicamente, garantindo a renovação e a qualidade da organização.

 

 

 

TER INTERESSE PELA CAUSA LEONÍSTICA

 

Significa comprometer-se com os princípios do serviço voluntário e ajuda humanitária promovidos por Lions Internacional.  Ter esse interesse implica em dedicar tempo e esforço para melhorar o bem-estar da comunidade local e global, seguindo nosso lema “Nós Servimos”.  Na prática, ter interesse por essa causa envolve apoiar ou atuar nas oito causas globais prioritárias do movimento leonístico: Visão (Combate à cegueira evitável); Fome (arrecadação e distribuição de alimentos para populações vulneráveis); Diabetes (Promoção de conscientização, prevenção e apoio ao tratamento); Câncer Infantil (Suporte a crianças diagnosticadas e suas famílias); Meio Ambiente (Ações de preservação, como plantio de árvores e limpeza de áreas públicas); Juventude (Incentivo ao desenvolvimento de jovens líderes, como através do LEO Clube); Ajuda Humanitária (Socorro imediato em situações de desastres naturais ou crises sociais).  Além do serviço direto, esse interesse manifesta-se através do bom companheirismo entre Leões e Domadoras e da observância de um Código de Ética voltado para a cidadania e a compreensão entre os povos.  O Lions não é uma organização religiosa ou política, mas uma rede global focada em impacto social positivo

 

 

ACEITAR A DECISÃO DA MAIORIA

 

Aceitar a decisão da maioria é um princípio fundado da democracia que estabelece que, em uma escolha coletiva entre duas ou mais opções, aquela que recebe o apoio de mais da metade dos participantes deve prevalecer.  No entanto, o entendimento democrático consolidado reforça que essa aceitação não é absoluta e possui contornos específicos:  a) Respeito às regras do jogo.  Participar de uma votação baseada na regra da maioria implica, implicitamente, o compromisso de aceitar o resultado final, independentemente da preferência individual.  É uma postura de maturidade que prioriza a estabilidade das instituições em detrimento da vontade pessoal;  b) Proteção das minorias: Embora a maioria decida, ela não pode oprimir as minorias.  A aceitação democrática pressupõe que os direitos fundamentais e a dignidade de quem perdeu a votação sejam preservados, evitando o que se chama de tirania da maioria;  c) Limites jurídicos e direitos fundamentais:  A decisão da maioria só é considerada válida e deve ser aceita se não violar a lei ou os direitos constitucionais.  Em regimes democráticos o princípio da igualdade jurídica limita a soberania da maioria (se uma decisão majoritária infringe direitos básicos de um cidadão, ela deixa de ser democrática e torna-se autoritária);  d) Processo de diálogo e mudança: Aceitar não significa necessariamente concordar ou desistir de suas ideias.  Em uma democracia, quem está na minoria hoje aceita a decisão atual, mas mantém o direito de continuar debatendo e tentando convencer a maioria para mudar a decisão no futuro por meio de novos processos eleitorais ou legislativos.  Em resumo, aceitar a decisão da maioria é o comportamento de seguir o caminho escolhido pelo maior grupo de cidadãos, desde que esse caminho respeite as leis e os direitos humanos fundamentais de todos.

 

 

 

 

COLABORAR COM TODOS OS LEÕES E DOMADORAS

 

Colaborar com todos significa atuar de forma coletiva e inclusiva para atingir um objetivo comum, independentemente de hierarquias ou diferenças individuais.  No contexto atual, esse conceito está baseado em quatro pilares:  a) Inclusão e diversidade: Valorizar as perspectivas de todas as pessoas, garantindo que membros de diferentes origens e habilidades tenham voz ativa nos processos de decisão;  b) Comunicação transparente: Compartilhar informações de forma aberta, eliminando “silos” de conhecimento para que todos trabalhem com a mesma base de dados objetivos;  c) Responsabilidade compartilhada: Entender que o fracasso ou o sucesso de um projeto pertence ao grupo, promovendo o apoio mútuo em vez de busca por culpados;  d) Interoperabilidade tecnológica: Utilizar ferramentas digitais que permitam a colaboração fluída entre as pessoas e, cada vez mais, assistentes de inteligência artificial de forma ética e integrada.

 

 

INTEGRAR O TIME DOS OTIMISTAS

 

Significa adotar uma postura mental focada no pensamento positivo, na esperança na busca de soluções, em vez de focar apenas nos problemas ou obstáculos.  No contexto comportamental, esse conceito envolve:  a) Resiliência: A capacidade de encarar fracassos como aprendizados temporários, mantendo a motivação para continuar tentando;  b) Foco na solução: Em vez de reclamar das circunstâncias, o otimista busca formas de contornar a situação e alcançar resultados;  c) Expectativa positiva: Acreditar que o futuro reserva boas oportunidades e que o esforço individual pode influenciar positivamente os acontecimentos;  d) Ambiente colaborativo: Em equipe, ser do time dos otimistas significa ser aquele que incentiva os colegas e mantém o moral elevado, mesmo em tempos de crise.  Ser otimista não significa ignorar a realidade ou os riscos – o que seria um otimismo ingênuo – nas sim escolher uma perspectiva que favoreça a ação e o bem-estar mental.

 

 

CULTIVAR LEALDADE E AMIZADE

 

O que esse conceito apregoa é ser preciso investir continuamente em ações que fortaleçam os vínculos de confiança, respeito e apoio mútuo entre as pessoas.  É focado em dois pontos:  a) Lealdade: Envolve ser fiel aos compromissos assumidos e agir com integridade, especialmente em momentos de dificuldades.  É manter o suporte e a confiabilidade mesmo quando não é conveniente;  b) Amizade: Requer a prática da empatia, da escuta ativa e da presença.  Cultivá-la significa dedicar tempo para compartilhar experiências, celebrar conquistas e oferecer auxílio sem esperar nada em troca.  Em resumo, é um processo de cuidado e consistência que transforma conhecidos em aliados e conexões superficiais em relacionamentos duradouros.

 

 

ADOTAR O LEONISMO COMO UMA FILOSOFIA DE VIDA

 

Aceitar o leonismo como filosofia de vida significa integrar os valores de serviço desinteressado, ética e cidadania ativa no cotidiano, indo além da participação ativa em um Lions Clube. Os pilares que definem essa filosofia incluem:  1) Compromisso com o serviço (“Nós Servimos”).  A essência do leonismo é o nosso lema.  Como filosofia de vida, isso significa colocar as necessidades da comunidade e do próximo acima dos interesses pessoais, buscando constantemente oportunidades para causar um impacto positivo;  2) Conduta ética e integridade:  O leonismo é regido por um Código de Ética rigoroso que orienta o comportamento do Leão em todas as esferas.  Adotá-lo significa: praticar a amizade como um fim, e não como um meio de obter favores; manter padrões elevados de ética em sua profissão e empreendimentos; ser comedido na crítica e generoso no elogio, visando construir e não destruir;  3) Cidadania ativa e compreensão mundial: A filosofia leonística incentiva o interesse pelo bem-estar cívico, social e moral da comunidade.  Propõe o espírito de compreensão mútua entre os povos e o apoio aos princípios de bom governo e da boa cidadania;  4) Liderança e autoaperfeiçoamento: Ser um Leão envolve desenvolver qualidades de liderança para inspirar outros para o serviço.  É vista como uma oportunidade de crescimento pessoal e amadurecimento do caráter;  5) Um estado de espírito 24 horas: Diferente de um simples associado, quem adota o leonismo como filosofia vive sua doutrina continuamente.  É descrito como um estado de espírito que se sente e se transmite, mantendo a natureza de servir mesmo em tempos de crise pessoal ou adversidade.

 

O Lions Clube nos oferece grandes oportunidades para desenvolvermos nosso potencial e nossas qualidades de profissionais e de dirigentes.

 

Para podermos desenvolver ao máximo o potencial de liderança existem as seguintes sugestões:  a)  Familiarizar-se com o leonismo através de leitura e participação em reuniões, seminários e palestras;  2) Aceitar as missões e os cargos que lhe forem confiados;  3) Participar ativamente dos programas e atividades do Clube;  4) Desempenhar sua missão da melhor forma possível;  5) Apresentar-se voluntariamente para assumir outras funções no Clube, com vistas a colaborar com o seu Presidente;   6) Assistir todas as reuniões do Clube;  7) Absorver a experiência transmitida por outros líderes;  8) Jamais ser omisso no exercício da liderança.

 

A liderança leonística deve ser iniciada no Clube, passando pelo Distrito e depois pelo Distrito Múltiplo.  Em cada uma dessas etapas abrem-se novos horizontes, cultivam-se novas amizades e conquistam-se novos conhecimentos.

 

Esta mensagem é tão somente um resumo que faço para se afirmar que Lions pode e deve ser um time de líderes.

 

Estou, por isso, colocando esse texto para apreciação e análise dos ilustres destinatários e das notáveis destinatárias.

 

Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(*)       Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista (LC-6)

                Ex-Governador 1997-1998 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com

 

QUANTOS SIMBOLISMOS PODERÍAMOS EXPRESSAR DIANTE DA LETRA “L” DO EMBLEMA DO LIONS ?

 

Ilusões e devaneios de outono...

QUANTOS SIMBOLISMOS PODERÍAMOS EXPRESSAR DIANTE DA LETRA “L”

DO EMBLEMA DO LIONS ?

 

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI  (*)

 


 

            Todos sabem que a letra “L” existente no emblema da nossa Associação representa o nome da sua estrutura jurídica oficial: “LIONS”.

 

            ISSO É UM FATO REAL!

 

Apesar disso, sempre tive curiosidade de tentar imaginar, simbolizar ou até mesmo me envolver em devaneios tentando desvendar que outras expressões seriam possíveis de advir daquela letra “L” tão vigorosa e significativa em nosso movimento.  Poderia ser “Liberdade”?    Ou “Lealdade”?     Talvez a “Liderança” tão utilizada em nosso movimento?   Ou mesmo a “Lei” que deve estar sempre acima de tudo?

 

            Após pesquisa elaborada, vou procurar divagar ou mesmo refletir sobre a realidade desses quatro inimagináveis e ilusórios simbolismos que poderiam representar aquela letra “L”, que reconheço ser tão somente abstratos:

 

 

            LIBERDADE:

 

            Dentro da filosofia de Lions Internacional a palavra liberdade não é apenas um conceito abstrato, mas um dos pilares fundamentais que sustentam a própria identidade da nossa organização.

 

            Para entender a liberdade sob a ótica leonística, é preciso analisa-la através de três dimensões;

 

1.     Liberdade como autodeterminação e democracia.

2.     Liberdade em relação às pessoas (liberdade para servir).

3.     Liberdade através da promoção da autonomia.

 

            No contexto de Lions a liberdade está intrinsicamente ligada ao respeito pelas instituições democráticas e pela soberania.  A filosofia leonística entende que o serviço humanitário floresce melhor em ambientes onde há:  a) Liberdade de pensamento: O incentivo ao debate ético e a troca de ideias entre os associados;  b) Cidadania ativa: A crença de que um individuo livre tem o dever moral de contribuir para o bem estar da sua comunidade, sem ser coagido por qualquer órgão público, mas por iniciativa própria.

 

            Provavelmente o aspecto mais profundo da filosofia leonística seja a distinção entre “liberdade de” para “liberdade para”.  Não é o egoísmo (A liberdade do Lions não é o direito de ignorar o próximo).  É o compromisso voluntário (é a escolha consciente de abdicar de parte do seu tempo e recursos em favor dos desvalidos.  Como diz o Código de Ética do Leão: “Duvidar da retidão de qualquer amizade que, por uma vantagem pessoal, possa ser sacrificada”.  Aqui, a liberdade é exercida através do desprendimento.

 

            Nosso movimento não vê a liberdade apenas como um conceito político, mas como uma condição prática para que o serviço social procura restaurar.  Quando o Lions trabalha em causas como visão ou combate à fome, ele está procurando libertar o desvalido de suas limitações:  a) Libertar da cegueira: Proporcionar visão é dar autonomia de movimento e escolha:  b) Libertar da necessidade: O alívio da fome permite que uma pessoa recupere sua dignidade e capacidade de decidi seu próprio futuro.

 

            No leonismo, a liberdade é o solo onde a inteligência (conhecimento) e a segurança (estabilidade social) são plantadas para gerar o fruto do serviço.  É uma liberdade com responsabilidade, sintetizada no lema “Nós Servimos”.

 

            A liberdade leonística é, em resumo, a convicção de que somos livres para construir um mundo onde ninguém seja escravo da pobreza, da doença ou da falta de oportunidades.

 

 

            LEALDADE:

 

            No movimento leonístico a lealdade não é vista apenas como um sentimento de fidelidade cega, mas como um pilar ético fundamental que sustenta o serviço comunitário e a coesão do grupo.  Ela está intrinsecamente ligada ao Código de Ética do Leão e aos Propósitos de Lions Internacional.

 

            A lealdade pode ser entendida sob três perspectivas principais:

 

1.     Lealdade dos princípios e objetivos.

2.     Lealdade interpessoal (companheirismo).

3.     Lealdade à comunidade e à Pátria.

 

            Em nosso movimento, a lealdade começa com a missão de servir, ou seja:  a) Integridade no serviço: Agir de forma altruísta, garantindo que o bem comum esteja sempre acima de interesses pessoais ou políticos;  b) Solidariedade com companheirismo: Apoiar os outros associados do clube, cultivando um ambiente de confiança mútua; c) Crítica construtiva versus lealdade: Ser leal não significa concordar com tudo, mas sim expressar a discordância de forma ética e interna, defendendo a unidade do clube perante comunidade externa.

 

            O Código de Ética do Leão menciona explicitamente a lealdade para com o país, o estado e a comunidade, detalhando:  a) Cidadania ativa: O Leão é incentivado a ser um cidadão exemplar, sendo leal às instituições democráticas e trabalhando para o progresso da sua localidade;  b) Responsabilidade social: É a fidelidade à promessa de não ignorar a necessidade dos desamparados.

 

            A síntese do Código de Ética, que traz um dos pontos mais emblemáticos sobre a lealdade na filosofia leonística diz: “Ser leal com meus semelhantes e sincero comigo mesmo”.  Esta frase resume que a lealdade externa (com os outros) é impossível sem a integridade interna.  Se um Leão não é fiel aos seus próprios valores morais, ele não poderá ser verdadeiramente leal ao seu clube ou à causa humanitária.

 

            Por que a lealdade é vital para o leonismo?  Porque clubes leais retém associados por mais tempo e evitam divisões internas!  Por que a comunidade confia no Lions porque vê uma organização unida e fiel aos seus propósitos!  Porque os projetos humanitários complexos exigem que todos os envolvidos sejam leais ao cronograma e aos objetivos traçados!

 

 

            LIDERANÇA:

 

            Dentro da filosofia de Lions Internacional, a liderança não é vista como um cargo de prestígio ou uma posição de poder hierárquico, mas sim como uma ferramenta de serviço.  Nosso lema mundial é a base sobre a qual todo o conceito de liderança leonística é construído.

 

            Pode-se entender a liderança no movimento leonístico através de três pilares fundamentais:

 

1.     Liderança servidora (O líder que serve).

2.     Desenvolvimento do potencial humano.

3.     Ética e Integridade.

 

            No Lions, o líder não é quem manda, mas quem viabiliza.  A filosofia baseia-se no conceito de que a maior honra de um líder é a capacidade de remover obstáculos para que seus companheiros possam servir a comunidade de forma mais eficiente.  Ele precisa:  a) Ter empatia:  Entender as necessidades da comunidade antes de propor soluções;  b) Ter humildade: Reconhecer que o sucesso de um projeto é do clube, enquanto a responsabilidade pelos desafios é dividida.

 

            Uma das marcas registradas do movimento leonístico é a crença de que liderança se aprende.  O Lions funciona como uma escola de líderes através de:  a) Capacitação: O Instituto de Liderança de Lions (como o ELLI e o ALLI) oferece treinamentos estruturados de oratória, gestão de tempo, resolução de conflitos e planejamento estratégico; b) Rotatividade: O sistema de mandatos anuais garante que diferentes associados assumam responsabilidades, impedindo a estagnação e promovendo a renovação constante de ideias;  c) Mentoria: Os Leões mais experientes tem o dever filosófico de preparar os novos associados para o comando, garantindo a sustentabilidade do nosso movimento.

 

            A liderança leonística é indissociável da conduta moral.  Um líder dentro do Lions deve seguir os Propósitos e o Código de Ética, que pregam:  a) Lealdade: Ser fiel aos princípios do nosso movimento e à Pátria;  b) Amizade: Promover o companheirismo como um fim em si mesmo, entendendo que laços fortes entre os associados geram melhores serviços;  c) Incorruptibilidade: Praticar a liderança com transparência absoluta, especialmente na gestão de fundos públicos e doações.

 

            Em resumo, a liderança no Lions é a ponte entre a boa vontade e o resultado prático.  Sem liderança, o desejo de ajudar permanece apenas como um sentimento;  com liderança, esse sentimento se transforma em projetos estruturados, parcerias sólida e transformação social.

 

            “A maior recompensa de um líder leonístico não é o título que carrega, mas a satisfação de ver uma necessidade atendida graças à união de esforços que ele ajudou a coordenar.”

 

            LEI:

 

            O conceito de lei, dentro da filosofia do leonismo, transcende a ideia de um código jurídico punitivo ou de um conjunto de regras burocráticas.  A lei, no movimento leonístico, é entendida como um compromisso ético, uma bússola moral e um pacto de convivência.

 

            Para compreender essa visão, é preciso analisar três pilares fundamentais que já estão arraigados no leonismo: o Código de Ética do Leão, os Propósitos de Lions Internacional e o espírito do “Nós Servimos”.

 

            No leonismo, a lei maior é o seu Código de Ética.  Ele não dita o que é proibido, mas sim o que é esperado das pessoas em sua vida pública e privada, estabelecendo:  a) Integridade profissional (A lei leonística exige que o sucesso não seja procurado a qualquer preço.  O lucro ou a ascensão social somente são legítimos se forem obtidos de forma digna);  b) A regra de ouro (“Não se pode ir muito longe se não se começar a fazer algo por outrem”.  Esta é a lei fundamental da reciprocidade humana que norteia nosso movimento).

 

            Diferente de correntes filosóficas anarquistas ou puramente individualistas, o leonismo prega o respeito incondicional às leis do país e às normas da comunidade.

 

            “O SERVIÇO É O ALUGUEL QUE PAGAMOS PELO ESPAÇO QUE OCUPAMOS NA TERRA”.  Esta máxima resume como a lei leonística transforma o dever em prazer através da coletividade.

 

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.

 

 


 

(*)          Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1988 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com

 

O QUE SIGNIFICA A ATUAÇÃO DA LCIF NOS PROJETOS DISPONÍVEIS DENTRO DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

O QUE SIGNIFICA A ATUAÇÃO DA LCIF

NOS PROJETOS DISPONÍVEIS DENTRO

DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

 

 

PDG MJF ANTONIO DOMINGOS ANDRIANI  (*)

 

 

            Já tive oportunidade de escrever, em artigo que editei e divulguei tempos atrás, que, em nossa Associação, a compreensão internacional não é apenas um conceito abstrato, mas um pilar fundamental que sustenta a missão global de Lions Internacional.  Ela se aplica aos projetos humanitários de forma prática ao unir voluntários de diferentes nações e culturas em prol de causas comuns, superando barreiras políticas e religiosas.

 

            O contexto da Associação destaca que nosso objetivo é “criar e fomentar um espírito de compreensão entre os povos da Terra”.   Na prática leonística isso tem alguns significados.  E a Fundação de Lions Internacional (LCIF) tem um papel de fundamental importância no envolvimento do referido contexto.

 

            Na visão da LCIF, a cooperação global para a compreensão internacional é o pilar que sustenta nossa missão de promover a paz e o bem-estar humano além das fronteiras nacionais.

 

            A cooperação global na LCIF manifesta-se pela capacidade de mobilizar cerca de 1,4 milhão de associados em mais de 200 países como uma força única.  Ao enfrentar desafios que não respeitam fronteiras – como fome, diabetes ou mudanças climáticas -, a Fundação cria uma rede de solidariedade que substitui divisões políticas ou culturais por um objetivo comum:  “Nós Servimos”.

 

            Se um dos propósitos fundamentais do Lions é “criar e fomentar um espírito de compreensão entre os povos do mundo”, a LCIF está aí para materializar esse conceito.  E como ela faz isso?  Fornecendo subsídios para que Leões locais liderem projetos que resolvam problemas específicos, respeitando a cultura e a autonomia regional.

 

            A cooperação da LCIF vai além dos clubes, estendendo-se em parcerias em entidades diversas.  Sua estrutura permite que uma doação feita em um país financie, por exemplo, vacinas contra o sarampo ou cirurgias de catarata em outro continente, conectando doadores e beneficiários em uma corrente de interdependência positiva.

 

            Para a LCIF, a cooperação global é a ferramenta para atingir a cooperação internacional.  Ela não é apenas um ato de ajudar, mas o processo de reconhecer que as necessidades humanas são universais.  Além disso, ao trabalharem juntos em causas globais, os associados constroem pontes de confiança que são essenciais para a harmonia global.

 

            No conceito da LCIF, neutralidade e paz são pilares fundamentais para a cooperação internacional, permitindo que Lions Internacional atue de forma global e apartidária.

 

            A neutralidade na LCIF significa que a ajuda humanitária é prestada com base na necessidade, e não em afiliações políticas, religiosas ou nacionais.  Assim como em outras organizações humanitárias, a neutralidade garante que os Lions Clubes mantenham acesso a comunidades em conflito ou áreas praticamente sensíveis, focando exclusivamente no alívio ao sofrimento.  O estatuto da nossa Associação proíbe discussões políticas ou religião sectária nas reuniões, o que preserva a harmonia entre associados de diferentes origens e garante que a cooperação internacional não seja prejudicada por divergências ideológicas.

 

            Para a LCIF, a paz não é apenas a ausência de guerra, mas um estado promovido ativamente através da compreensão internacional.  A missão oficial da fundação inclui expressamente “incentivar a paz e a compreensão internacional”.  Ao unir voluntários de mais de 200 países em causas comuns (como visão, fome e ajuda em desastres), a LCIF cria laços indissolúveis.  A atuação em crises, como suporte de refugiados de conflitos, exemplifica como a nossa Fundação transforma o conceito de paz em ações práticas de socorro e dignidade humana.

 

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.

 

 

 

 

 

(*)          Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1998 do Distrito L-17 (atual LC-6)

                Membro da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com


quarta-feira, 15 de abril de 2026

O SEU LIONS CLUBE POSSUI AMBIENTE ONDE UM EVENTUAL CONVIDADO GOSTARIA DE ESTAR ?



  

Um Lions Clube para evoluir, hoje em dia, precisa deixar de ser visto apenas como um “grupo de reuniões” e passar a ser um “centro de conexão e impacto”.   E, para conseguir isso, o sucesso está em transformar o clube em um lugar onde as pessoas sintam que seu tempo é valorizado e sua presença faz diferença.

            E um Lions Clube se torna um lugar onde as pessoas desejam estar quando sua atividade deixa de ser apenas uma “reunião de serviço” e passa a ser uma “comunidade de pertencimento”.  O ambiente ideal, nesse caso, combina proposição, acolhimento e relevância.

            Toda pessoa, inclusive um futuro associado do Lions, normalmente almeja estar e participar de um espaço entre a casa e o trabalho.  Os sociólogos chamam esse espaço de “terceiro lugar”.

            O conceito de “terceiro lugar” define espaços essenciais para a vida social, onde as pessoas se reúnem fora da rotina casa-trabalho.  E um Lions Clube pode perfeitamente aspirar a ser esse local.

            (Observação do articulista:  O conceito de “terceiro lugar” foi cunhado por Ray Oldenburg (1932-2022), que foi um influente sociólogo urbano americano e professor emérito da Universidade Oeste da Flórida.  Ele é amplamente conhecido por seu livro de 1989, “The Great Good Place” (sem tradução oficial, mas frequentemente referido domo “O Grande Bom Lugar”), onde cunhou e detalhou o conceito de “terceiro lugar”.  O termo surgiu da observação de Oldenburg sobre a importância de ambientes sociais informais para a vitalidade de uma comunidade.  Ele classificou os espaços da vida humana em três categorias: a) Primeiro lugar: A casa (onde se vive); b) Segundo lugar: O trabalho ou a escola (onde se passa a maior parte do tempo produtivo; c) Terceiro lugar: Espaços públicos e neutros onde as pessoas se reúnem voluntariamente para socializar, relaxar e conversar fora das pressões do lar ou das obrigações.  Segundo Oldenburg, esses espaços devem ser “niveladores”, onde o status social não importa e o foco principal é a conversa.)

            E como um Lions Clube pode se tornar um “terceiro lugar” ideal para acolhimento de um novo associado? 

Existem, para responder esse questionamento, diversos pilares esparsos e estabelecidos em módulos diferentes para concretizar e desenvolver esse ambiente.  E isso nos é fornecido por literatura existente e que trata do tema.

A fim de esclarecer eventuais interessados e, também, para conhecimento e aperfeiçoamento pessoal, realizei diversas consultas e pesquisas visando desvendar o significado do que é proposto por aqueles pilares.  Feito isso, consegui apurar os seguintes aspectos:

            - Para iniciar o processo de se transformar em “terceiro lugar” o Lions Clube precisa modernizar seu formato, nunca, porém, fugindo das normas e orientações estabelecidas por Lions Internacional.  O formalismo excessivo tem o condão de afastar novos associados, ao invés de engajá-los no clube de forma definitiva.  Há necessidade da criação de um ambiente atraente que envolva flexibilidade (reuniões em horários variados, por exemplo) e agilidade (pautas diretas que priorizem a ação em vez de protocolos longos).

            - A cultura do acolhimento deve fluir normalmente.  Ninguém quer estar num local onde se sinta um estranho.  O ambiente deve ser favorável e psicologicamente seguro, onde o novo associado é ouvido e o veterano é respeitado.  Isso envolve reuniões dinâmicas (menos protocolos rígidos e mais conversas produtivas) e celebração (comemorar conquistas pessoais e do clube é um dos fatores que cria laços afetivos).

            - Enquanto cafés e bibliotecas são terceiros lugares passivos, o Lions é um “terceiro lugar” ativo.  O que atrai às pessoas ao nosso movimento é o propósito compartilhado.  São responsáveis por isso:  o trabalho voluntário não deve ser um fardo, mas uma “desculpa” para o encontro social;  o ambiente deve ser descontraído e despretensioso, ou seja, um lugar onde o associado pode ser ele mesmo.

            - A cultura do pertencimento deve estar sempre presente.  O Lions deve ser um lugar onde o acolhimento é real (todo novo associado é mentoreado, e não apenas “fichado”) e exista a valorização de talentos (cada um contribui com o que sabe fazer melhor: um contador cuida da tesouraria, um publicitário cuida do marketing, por exemplo), gerando senso de utilidade;

            - O clube precisa ter foco em projetos de impacto e visibilidade.  Ninguém quer estar em um grupo que apenas discute problemas; as pessoas querem solucionar.  O que atrai as pessoas hoje é o impacto real.  Um ambiente estimulante é aquele onde a pessoa vê que sua hora de voluntariado mudou a vida de alguém na comunidade.  Quando o clube foca em projetos inovadores (como combate à fome, alívio à visão ou meio ambiente), ele se torna um símbolo de transformação que orgulha seus associados.  Experiências de serviço geram gratificação imediata.  Para atuar em causas relevantes, o clube deve alinhar as ações locais com temas contemporâneos (sustentabilidade, fome, entre outros).

            - O Lions Clube é uma escola de liderança, e ele deve utilizar esse fato para colaborar com o desenvolvimento e crescimento pessoal dos seus associados.  Precisa realizar palestras trazendo convidados que agreguem conhecimento aos seus membros.  Deve realizar treinamentos abrindo espaço para que seus associados aprendam a falar em público, gerem projetos e liderem equipes.  Os dirigentes devem mostrar que ser um “Leão” abre portas para parcerias e amizades sólidas com líderes da comunidade.

            - A “cara” do clube é muito importante.  Um ambiente onde as pessoas querem estar é visualmente convidativo.  E isso cria o desejo de participação, aquele famoso “quero fazer parte disso”.  Diferente do trabalho (focado em tarefas), ou da casa (focado em deveres domésticos), o “terceiro lugar” vive da conversação lúdica.   O Lions deve promover reuniões onde o debate de ideias e o companheirismo sejam tão importantes quanto a pauta administrativa.  Se o encontro em uma reunião leonística for apenas uma leitura de atas, ele vira uma extensão do trabalho.

            - Os terceiros lugares bem-sucedidos oferecem um calor psicológico que o ambiente corporativo não prevê.  O Lions Clube deve aspirar a ser o lugar onde o sucesso é medido pela qualidade das amizades e pelo impacto na comunidade, e não pelo cargo ou renda dos seus associados.

            - Para ser um “porto seguro”, o clube deve ser um local de hábito.  Os associados devem sentir que aquele espaço está lá para eles de forma consistente.  Isso cria um “sentimento de casa longe de casa”, onde a presença dos rostos conhecidos combate a solidão urbana e fortalece a saúde mental.

            - Um “terceiro lugar” é um grande nivelador.  No Lions isso significa que, ao cruzar a porta, as hierarquias profissionais devem desaparecer.  O foco deve ser a identidade como “Leão”.  E, para ser esse espaço, o clube precisa ser acessível, sem barreiras de entrada intimidadoras, onde a conversa flui de forma orgânica e todos tem voz.

            - Para ser um “terceiro lugar” condizente com a finalidade, o Lions não deve focar apenas no que os associados fazem (serviço), mas em como eles se sentem (pertencimento) enquanto estão lá.  Para ser um lugar onde alguém queira estar, o Lions Clube precisa ser menos sobre “o que fazemos” e mais sobre “como nos sentimos e quem ajudamos enquanto estamos juntos”.

            - O Lions precisa ser menos “obrigação” e mais “destino”.  Se a experiência do clube for revigorante, o engajamento e a retenção dos seus associados acontecem naturalmente.

            São esses tópicos apurados e relacionados com o “terceiro lugar” que, modestamente, estou submetendo à apreciação dos notáveis Leões e das dulcíssimas Leões e Domadoras destinatários.

            Um fraterno abraço leonístico a todas e a todos.

(*)          Associado do Lions Clube de Ribeirão Preto-Jardim Paulista

                Ex-Governador 1997-1988 do Distrito L-17 (atual LC-6)

Membro do Conselho de Ex-Governadores do Distrito LC-6

                Associado da AGDL-Associação dos Governadores dos Distritos Múltiplos “L” Brasil

                Confrade do APLIONS-Apaixonados por Lions

                E-mail:  andriani.ada@gmail.com

OBSERVAÇÃO:  No texto desta matéria citei o sociólogo Ray Oldenburg e o livro onde ele cunhou o conceito de “terceiro lugar”.  Você gostaria de conhecer os OITO CRITÉRIOS que Oldenburg definiu para que um espaço seja considerado um verdadeiro “terceiro lugar”?  Se desejar, basta solicitar através do meu e-mail que terei o máximo prazer em enviar.  PDG Andriani.